Ainda em Londrina, eu não poderia deixar de falar do Vilão Bar. Fundado em 27 de janeiro de 1978, ele é o bar mais antigo da cidade, nesses moldes. O bar fica na casa do William, seu proprietário. É um daqueles lugares que quando você chega, não da nada, mas depois o lugar e as pessoas se transformam e cria-se um ambiente inexplicável. Não lembro de sair de lá antes do amanhecer. O espírito beatnik daquele grande chefe de cozinha, manteve o lugar freqüentado por gente bonita e inteligente. Tocar lá sempre foi um prazer, não entendo como que aguentavam o nosso som..., isso foi em 96 ou 97, não sei dizer ao certo, mas lembro que eu começava baixinho, depois eu quebrava uma baqueta atrás da outra, nunca vi isso num lugar tão pequeno. Às vezes o William até participava e pedia para tocarmos mais um pouco. Nunca vou esquecer deste lendário beatnik. Saudades dele e daquele tempo.sexta-feira, 9 de julho de 2010
Ainda em Londrina, eu não poderia deixar de falar do Vilão Bar. Fundado em 27 de janeiro de 1978, ele é o bar mais antigo da cidade, nesses moldes. O bar fica na casa do William, seu proprietário. É um daqueles lugares que quando você chega, não da nada, mas depois o lugar e as pessoas se transformam e cria-se um ambiente inexplicável. Não lembro de sair de lá antes do amanhecer. O espírito beatnik daquele grande chefe de cozinha, manteve o lugar freqüentado por gente bonita e inteligente. Tocar lá sempre foi um prazer, não entendo como que aguentavam o nosso som..., isso foi em 96 ou 97, não sei dizer ao certo, mas lembro que eu começava baixinho, depois eu quebrava uma baqueta atrás da outra, nunca vi isso num lugar tão pequeno. Às vezes o William até participava e pedia para tocarmos mais um pouco. Nunca vou esquecer deste lendário beatnik. Saudades dele e daquele tempo.